Maria Ivone Vairinho e Poetas Amigos

Abril 22 2011

OS MARAVILHOSOS TEMPOS !

Adriano Augusto da Costa Filho

 

 

 

 

Eu nasci numa época maravilhosa,

Toda calma, linda e muito virtuosa.

Sou de um tempo assaz brilhante

Que na eternidade foi só um instante.

 

 

Andei correndo em campos floridos,

Todos lindos e muito queridos.

Hoje nos meus olhos sempre aparecem

Mas, nos sonhos eles desvanecem !

 

 

Desse tempo jamais vou esquecer,

Na juventude eu vi o ideal nascer.

Uma Obra Divina lançou no coração

E a poesia nasceu na eterna emoção !

 

 

Naqueles tempos das almas inocentes,

Como rios límpidos em suas vertentes.

Tudo era um doce atrativo e formosura,

As pessoas traziam no coração a ternura !

 

 

Hoje o coração vagueia no ermo agreste,

O coração cheio de amor se veste.

O sonho daqueles tempos tão lindos

São repositórios de sonhos  infindos !

 

 

Corri mundos e mundos sem fim,

As tristezas invadem o coração assim.

Mas, por certo toda  beleza da vida

Por Deus,será sempre no coração inserida !

 

 

Tempos imemoriais, santuários de amor,

Levo daqueles tempos um grande olor.

Os sonhos do presente são imensas poesias,

Cantadas em versos criadas em belos dias !

 

 

Ah! Sonhos eternos do tempo que passou,

E que no coração eternamente ficou.

Corri mundos e mundos sem fim

E agora só quero a poesia junto a mim  !

 

 

Os dias fagueiros de passados vibrantes,

No coração continuam sempre atuantes.

Viverei alguns anos sempre sonhando

E da poesia eternamente amando !

 

 

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo.

Movimento Poético Nacional.

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.

Academia Virtual Poética do Brasil.

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil.

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal.

 

publicado por appoetas às 01:42

Fevereiro 27 2011

O QUE SOMOS,  QUEM SOMOS ? !

 

Adriano Augusto Da Costa Filho

 

 

Psique ou espírito, alma ou mente !

Na vastidão dos tempos, tão somente.

A mente funciona como um guia

E regula e adapta o ser no dia-a-dia !

 

A Consciência na mente é sua porta,

Os inconscientes, ela os comporta.

O Inconsciente pessoal é magistral

O Inconsciente coletivo é essencial !

 

 A utilização desses componentes,

Determinam os fatores eminentes

Ou tipos pensativos ou sensitivos

E nossos atos serão definitivos !

 

 O Ego no consciente é organização

Da mente que organiza a recordação.

O Ego é a função da vigia tática

Como um treinador de equipe clássica !

  

Toda e quaisquer manifestações,

Como exemplo todas emoções.

Ficam armazenadas num receptáculo

Como na coxia teatral e seu espetáculo !

  

O Coletivo não depende de experiências,

Está gravado em nossas consciências.

Vem de séculos e séculos sem fim,

Como sementes eternas do jasmim !

 

O Ego, os inconscientes e seus conceitos,

Serão produtos eternos em seres perfeitos.

Tudo é repositório de material psíquico,

Somos produtos de nosso Deus único!

 

A mente, o ego e o inconsciente são padrões,

Todos moldados para nossos corações.

E nada modificará essa lei incontida

Que os indivíduos  seguirão pelo resto da vida !!!

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

publicado por appoetas às 07:04

Fevereiro 27 2011

T A N G O  ! 

Adriano Augusto da Costa Filho

 

Em um tango rodopiado,

o bailado é complicado.

O tango é muito gostoso

para brasileiro ansioso !

 

Em Buenos Aires famoso,

o tango é bem lustroso.

Transar os pés que da gosto

mas o samba é mais solto !

 

Lá na terra do belo tango,

que tem  lá um belo rango.

Na boate lá ventana

só tem brasileiro bacana !

 

Na outra boate comparsita,

só tem gente muito esquisita.

No tango vi gente dançando

e muito gringo cantando !

 

Fui dali pra grande avenida,

e fiquei com a cara partida.

Só vi brasileiro passando

e do Brasil se lembrando !

 

O tango é muito bonito,

mas, é por demais restrito.

Esse negócio de pé trançando

saio  de lado e vou andando !

 

Se de tango gosta a Maria,

por certo a perdoaria.

Prefiro vê-la declamando

e a nós todos amando  !

 

Mi Buenos Aires querida,

pra gringo é a preferida.

Vou cantar na rosas de ouro

que para nós é um tesouro !

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta “Lampião de Gás”  de São Paulo

Movimento Poético Nacional

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Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

 

 

publicado por appoetas às 06:55

Dezembro 19 2010

  

 

 

 Nos versos brilhantes da lira,
O meu coração vibra e delira.
Com um esplendor de formosura,
No luar da noite de beleza pura !

No amor as desilusões desvanecem,
Sobre nossa alma os sonhos descem.
Então nesse sonhar só vemos beleza
Porque Deus o colocou na natureza !

Nascemos para a amar a humanidade
E fomos premiados pela divindade.
Nos deu a paixão da alma mais pura
O doce atrativo da bela formosura !

Na vida pedaços da divina brandura,
Que no amor nosso coração murmura.
Vagamos pelo etéreo tempo agreste,
Que por obra divina nossa alma veste !

Um dos outros somos eterno lume,
Tem em nossa alma calcado seu nome.
O amor paternal e o amor fraternal
Tem sua obra no respaldo divinal !

O amor que Deus nos premiou
E o ser humano com ele sonhou.
É o amor do casal e o da amizade
E ficará para sempre na eternidade !

A vida que nos foi presenteada,
Deverá sempre ser celebrada.
Vivemos há milhões de séculos infindos
E pelo amor deveremos ficar unidos !

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
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Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

publicado por appoetas às 17:56

Dezembro 19 2010

AH ! MEU DEUS SE EU SOUBESSE !

 

1-

Ah! meu Deus se eu soubesse,

Que na vida tudo emudece.

Mudaria meu pensamento

E não teria nenhum abatimento !

 

2-

Na infância dos belos tempos,

Nunca tínhamos alguns lamentos.

Só pensávamos com brandura

Não sabíamos que a vida era dura!

 

3-

Amava os meus paisinhos,

Com amor e muitos carinhos.

Tudo na vida era formosura

E nos amavam com bela ternura !

 

4-

Ah ! meu Deus se eu soubesse,

Que depois tudo entristece.

Que haveria lôbregas tristezas

Outras idéias ficariam acesas !

 

5-

Ah! Meu Deus se eu soubesse,

Que no coração não se meche.

Com o amor e a saudade

Só mais tarde senti a verdade !

 

6-

Nunca mais eu vi meus pais,

E ficaram somente meus ais.

Foram embora p’ra eternidade

E na lembrança ficou a bondade !

 

7-

Meus lamentos ninguém escuta,

No pensamento só há muita luta.

Viverei milhões de séculos

Mas,que não sejam funestos !

 

8-

Ah! Meu Deus se eu soubesse,

Que na velhice o amor existisse.

Não teria nenhum desalento

A perseguir meu pensamento !

 

9-

Belos tempos quem me dera,

Recordar e ter uma doçura.

O tempo recupera a agonia ?

Ou tudo seria uma fantasia ?

 

10-

Só quero na minha velhice,

Que p’ro passado eu olhasse.

E daquele amor eu lembrasse

Ah ! meu Deus se eu soubesse !!!

 

 ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

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Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

publicado por appoetas às 02:05

Dezembro 18 2010

PALAVRAS CÍNICAS ! 

 

A Morte é o fim da maldade, 

Será sempre assim na eternidade.

Os maus, com certeza, liquidados

 E nem os bons serão respeitados !

 

A Morte foi criada para liquidar, 

Os bons e os maus, é só pensar.

O seu reino é total, é só verificar

Tarde ou cedo, ninguém vai ficar !

 

Não há ouro que a possa comprar, 

Por certo bons e maus possam pensar.

Quando alguém morre, os maus rindo

Os bons falsamente estarão sorrindo !

 

Tudo irá morrer,  as areias do deserto, 

As plantas, as flores, irão por certo.

Esqueletos ficarão em rochas prensados

E os humanos vejam os seres acabados!

 

O que adiantou esses seres viverem, 

Se nunca mais, céu e terra verem.

Em vida só praticaram a maldade

E na velhice viveram em soledade !

 

Foram vidas arrastadas e miseráveis, 

Só lhes restaram momentos consideráveis.

E nada disso valeu, se chorou ou suou 

Os pedaços de carne, o vento os levou !

 

 

Portanto, seremos sempre lama,

Que irá virar pó, junto a uma rama.

A eternidade é só séculos infindos

Bondade e amor, só com Deus são lindos !

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

publicado por appoetas às 21:21

Dezembro 18 2010

ETAPAS DA VIDA ! 

  

Quando Deus criou o mundo,

Foi tudo feito em um segundo.

Coordenou as etapas da vida

E a humanidade ficou precavida !

 

 

Os homens então precavidos,

Sabem que com isso ficaram sabidos.

E as etapas foram entronizadas

E na vida encetaram a caminhada !

 

 

Do nascimento até os quarenta anos,

A vida cheia de imensos desenganos.

Uma verdadeira maravilha acontece

E tudo que fazem o gosto os apetece !

 

 Possuem várias centenas de namoradas,

Muitas vezes com muitas alternadas.

Carros mirabolantes e motos brilhantes

Casas e apartamentos muito aconchegantes !

 

 

 

 

Até aos 40 anos é a idade da “Maravilha”,

Dos 40 aos 50 anos a idade do “Burro”.

Trabalham sempre muito obcecados 

Para que os seus não sejam escravos !

 

 

Pagam prestações imensas e continuadas,

Das escolas e as prestações de suas casas.

Do amanhecer até o último instante da noite

Verdadeiros “Burros de carga” como um açoite “

 

  

 

Dos 50 até o 60 anos, a idade do “ Cão”,

Que até parece que é boa ilusão.

E ficam tomando conta das casas

E os filhos vão a passeio nas enseadas !

 

 

 

Dos 60 em diante, a idade do “ Macaco”, 

È a idade que leva a turma pro buraco.

Ficam fazendo “micagens” pros rebentos

Mas, continuam a pensar que estão atentos !

 

 

Se não tiverem uma casa pra morar,

Ficam de casa em casa pra ficar.

Andam de galho em galho pulando

Como “ Macacos”nas arvores se espalhando!

 

 

Deus por certo assim o quis,

E o homem acha que é feliz .

Mas,é que muito homem se escapou

E logo pro inferno se mandou ! ! !

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

publicado por appoetas às 21:10

Outubro 16 2010

 

 

 

 

Olhar o céu e ver nuvens caladas,

A lua erguendo-se, numa chama de luz.

Parecendo lágrimas amarguradas

Como na cruz chorou Jesus !

 

 

Parecia uma brisa na imensidade,

Como um raio trazendo sonhos de amor.

A noite tristonha, n'um lance de saudade

Envolvendo as almas em lances de uma dor !

 

 

Ao longe, bem longe, numa estrada solitária,

O Vento cantava uma tristonha canção,

Gemendo na sua grande canção funerária.

 

 

 

Tinha um olhar pungente, o sonhador,

Batia lancinante o seu triste coração,

Sua mente repousava com um doce ardor !!!

 

 

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo.

Movimento Poético Nacional.

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.

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Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil.

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

 

publicado por appoetas às 03:14

Outubro 16 2010

 

 

 

 

Passarinho da Ribeira,

Penso em ti a vida inteira.

Quero estar sempre contigo

E quero ser seu bom amigo !

 

Teu vôo é sutil e luminoso,

Em ti mil vontades me prendem.

Meus olhos por ti eles se rendem

No teu vôo curto e melindroso !

 

Ao longe um bando de passarinhos,

Todos belos e muito lindinhos.

Entrelaçam-se no espaço sozinhos

Voando sempre todos juntinhos !

 

Entre nuvens surgem andorinhas,

Como almas divinais brilhantes.

Que no céu  voam sempre mansinhas,

Iluminam os nossos ternos semblantes !

 

Passarinho da Ribeira, um Deus alado,

Sonho contigo, és um ser sagrado.

Nas ribeiras nos invernos agrestes

Enlaças os prados e de boninas vestes!

 

 

De norte a sul,no sudeste e nordeste,

No Céu azul de uma cor celeste.

Vêem Passarinhos da Ribeira com flores

Junto às aves trazendo mil amores !

 

No meu sonho eterno dessa  emoção,

Só com isso sonha meu pobre coração.

Passarinho da Ribeira quero um dia ser

E do Céu, a grandeza de Deus poder ver ! ! !

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

 

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

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Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 02:37

Junho 02 2010

Irei embora um dia p'ro infinito,

Num lugar que agora eu cito.

Já que venho de eras distantes

Vou para tempos imanentes !

 

Produto da transmissão dos corpos,

E andar sempre em caminhos tortos.

Deixar marcas eu gostaria

Mas, vejo que nunca poderia !

 

Minha obra é muito restrita,

E nela não houve conquista.

Porém, no meu tempo ela passou,

Com certeza dela nada ficou !

 

Poeta para sempre serei,

E penso que assim não errei.

Todo ser se julga um rei

Mas, essa pecha nunca levarei !

 

Sonhei que era um mestre falante,

E na realidade somente figurante.

Sou um pobre poeta andante

Amor à poesia e brusco anelante !

 

Nunca mais haverá esperanças,

Embora flutue nas andanças.

Chegou o inverno na minh'alma

Ainda me resta o amor e sua calma !

 

No tempo sou filho da outrora,

Do radiar da vida e sua aurora.

Meus sonhos foram cortados

E no fundo de um poço jogados !

 

Nunca mais darei esperanças,

Porque só são ditas falanças.

Minhas palavras não têm valor,

Como na procissão carregar o andor !

 

O fim da estrada está chegando,

Como de uma fonte a água saindo.

Só resta algo importante fazendo,

Amar e no final, poesias dizendo ! ! !

  

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

 

Casa do Poeta de São Paulo.

Movimento Poético Nacional.

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.

Academia Virtual Poética do Brasil.

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil.

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal.

 

publicado por appoetas às 03:22

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